Descrição da Imagem



Mundo Velho Não Tem Jeito - Tião Carreiro e Pardinho

Tom: F
[Intro] D  G  D
        G  D  G

     G
Onde é que nós estamos
                       D
Oh meu deus tem dó da gente
                     D
Mundo velho já deu flor
                    G
Carunchou toda a semente
      C
Virou um rolo de cobra
                    D
Serpente engole serpente
                     D
Quem vive lesando a pátria
                  G
Dando pulo de contente
                   D
E o pobre trabalhador
                    G
É um escravo na corrente

( D  G  D )
( G  D  G )

   G
Estão matando e roubando
                 D
É conflito permanente
                      D
Um bandido entrou no banco
               G
Armado até os dentes
        C
Chorou no colo da mãe
                 D
A criançinha inocente
                       D
Mas ele achou que a criança
                 G
Perturbava o ambiente
                    D
Assassinou a mãe e filha
                   G
Foi um quadro comovente

( D  G  D )
( G  D  G )

       G
Tem família num bagaço
                   D
Fingindo viver contente
                    D
A alegria é só por fora
                       G
Mas, por dentro é diferente
   C
É filha desmiolada
                     D
Que casou com delinquente
                  D
É um genro pé-de-cana
                    G
Que não gosta do batente
                   D
E onde tem ovelha negra
                    G
Desmorona um lar decente

( D  G  D )
( G  D  G )

   G
O mundo virou um vulcão
                       D
E cada vez fica mais quente
                    D
Não há nada que esfria
                      G
Quero ver quem me desmente
     C
Um grande estoque de bomba
                 D
Crescendo diariamente
                          D
Quando estourar todas as bombas
                    G
Ninguém fica pra semente
                       D
E mundo velho não tem jeito
                 G
Vira cinza brevemente

( D  G  D )
( G  D  G )

   G
O mundo já está encardido
                    D
E não adianta detergente
                                    G
A sujeira desafia até soda e água quente
       C
Num lugar morre de sede
                        D
E no outro morre de enchente
                   D
Ó mestre lá nas alturas
                 G
Meu senhor onipotente
                 D
Seu poder é infinito
                  G    D  G
Protegei a nossa gente

Fonte: | Composição de Lourival dos Santos / Rose Abrão / Tião Carreiro

Descrição da Imagem

Comentários